
A operação foi conduzida com base em vídeos de cirurgias anteriores e comandos de voz da equipe, permitindo que o sistema aprendesse e se adaptasse em tempo real, como um residente em treinamento.
O robô, chamado SRT-H (Hierarchical Surgical Robot Transformer), executou o procedimento com precisão comparável à de um cirurgião experiente, mesmo diante de variações anatômicas e imprevistos simulados, como mudanças no ponto de partida da cirurgia ou a inserção de corantes semelhantes a sangue.
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