
O que preocupa cientistas e autoridades de saúde é a combinação de fatores que tornam o vírus relevante do ponto de vista global: sintomas iniciais inespecíficos, possibilidade de evolução para infecções respiratórias graves e, em situações mais severas, encefalite, um quadro que explica a alta taxa de letalidade em surtos localizados.
E é justamente aqui que entra um ponto fundamental da política pública: a vigilância baseada em ciência.
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