
Lemos, agora pai , confessou que sua visão do futuro tornou-se geracional, inspirada pela regra de que tudo o que fazemos deve importar para as três gerações passadas e as três gerações futuras.
O debate esquentou ao tratar da proibição de celulares em escolas: enquanto Lemos alertou que, no Brasil, o aparelho é muitas vezes a única biblioteca de um jovem de periferia, Dunker pontuou o conflito do “aceleracionismo” com a necessária lentidão do direito e da política.
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