Nove pessoas se envolveram diretamente no desentendimento, sendo sete homens, três deles jogadores de futebol, duas mulheres e um cachorro.
Durante a briga, os homens trocarem socos e as mulheres usaram uma cadeira de plástico para atingir os rivais. Enquanto isso, o cão acompanhou toda a movimentação e ficou tentando subir nas pessoas.
Veja o que se sabe sobre o caso:
1. Quem estava envolvido na briga?
A briga aconteceu em um condomínio de luxo no Eusébio, na Grande Fortaleza. — Foto: Reprodução
Entre os envolvidos na briga estão os jogadores argentinos do Fortaleza: José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino. As demais pessoas não tiveram as identidades informadas.
2. Como começou a confusão?
Um dos moradores alegou que a briga começou devido ao som alto na festa na casa de Mancuso. Ele reclamou do barulho, mas os jogadores não teriam diminuído o volume do som.
Já Mancuso, disse que o desentendimento teve início ainda na noite e na madrugada do réveillon, quando o vizinho teria começado a fazer diversas reclamações e passou a fazer xingamentos xenofóbicos contra eles (que são argentinos), além de provocações contra os atletas, falando sobre o rebaixamento do Fortaleza para a Série B do Brasileirão de 2026.
A situação evoluiu para agressões físicas, com socos, empurrões e uso de objetos, como a cadeira.
3. Houve agressões graves?
Homem diz ter sido agredido pelo jogador do Fortaleza Eros Mancuso — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução
O vizinho que reclamou do som alto afirma ter sido mordido no nariz por José María Herrera, o que causou ferimento grave. Ele passou por cirurgia e corre risco de infecção e deformidade.
4. O que disse Eros Mancuso sobre o caso?
Após a briga, Mancuso usou as redes sociais para negar a acusação de agressão. Conforme o jogador, o vizinho invadiu a casa dele e fez ameaças. Com isso, ele e os convidados tentaram retirar o invasor do local.
5. O Fortaleza Esporte Clube se manifestou sobre a briga envolvendo os jogadores?

Homem diz ter sido agredido por jogadores do Fortaleza
O Fortaleza Esporte Clube disse, nesta quarta-feira (14), que segue acompanhando e prestando apoio aos atletas.
6. Como está a investigação?
A Polícia Civil do Estado informou que segue investigando a ocorrência de lesão corporal dolosa. O caso está a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Eusébio.
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