Pai é preso por usar baladeira para jogar droga para o filho em presídio no Ceará
O filho do suspeito é membro do Comando Vermelho e interno da Unidade Prisional Regional do Cariri.
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A Secretaria da Administração Penitenciária já monitorava o suspeito por seu histórico criminal e ligação com faccionado.
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O material ilícito era destinado a Felipe Correia Barros, filho do suspeito e integrante do Comando Vermelho.
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A prática, popularmente chamada de “rebolo”, visava introduzir maconha, comprimidos, isqueiro e dinheiro na unidade prisional.
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Policiais penais do Grupo de Operações Regionais (Gore) flagraram a ação e o encaminharam à Delegacia de Polícia Civil.

Criminoso usa baladeira para arremessar droga para dentro de presídio
Um homem identificado como Eliseu Barros Neto foi preso na manhã desta segunda-feira (23), em Juazeiro do Norte, no Cariri cearense, ao tentar arremessar drogas para dentro de um presídio usando um estilingue.
O entorpecente, identificado como sendo maconha, seria enviado para Felipe Correia Barros, filho do suspeito, que está preso na Unidade Prisional Regional do Cariri. O interno é membro do Comando Vermelho.
A Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP) informou que Eliseu já estava sendo monitorado pela coordenadoria de inteligência do órgão em razão do seu histórico de crimes e por ter parentesco com um interno faccionado da unidade.
Pai é preso ao tentar arremessar drogas para o filho em presídio usando um estilingue, em Juazeiro do Norte — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução
Durante a ação, os policiais penais do Grupo de Operações Regionais (Gore) flagraram o momento em que Eliseu usava um estilingue para tentar arremessar pacotes para dentro do presídio contendo 50 gramas de maconha, comprimidos, isqueiro e dinheiro. A prática é conhecida popularmente como “rebolo”.
Após a prisão, o homem foi conduzido para a Delegacia de Polícia Civil da cidade, onde foi autuado pelo crime. A defesa dele não foi localizada.
já estava sendo monitorado pela coordenadoria de inteligência da SAP em razão do seu histórico de crimes e por ter parentesco com um interno faccionado da unidade. — Foto: SAP/ Divulgação
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