Nas imagens, aparecem nove pessoas envolvidas na briga generalizada (sete homens e duas mulheres) — entre eles, estão os atletas argentinos do Fortaleza, José María Herrera, Eros Mancuso e Tomás Pochettino.
O g1 procurou a assessoria de imprensa do Fortaleza Esporte Clube, nesta quarta-feira, em busca de um posicionamento atualizado sobre o caso. O clube disse que segue acompanhando e prestando apoio aos atletas.
Um dos moradores envolvidos na briga disse que foi reclamar do som alto na residência de Mancuso quando a agressão teria ocorrido. Durante a confusão, ele afirmou ter sido mordido no nariz pelo jogador.
Em nota, a Polícia Civil do Estado informou que segue investigando a ocorrência de lesão corporal dolosa, em Eusébio. A investigação está a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Eusébio.
Mancuso negou agressão

Homem diz ter sido agredido por jogadores do Fortaleza
A discussão, conforme Mancuso, teria iniciado ainda na noite/madrugada com reclamações e xingamentos do vizinho. De manhã, o homem invadiu a casa, o que assustou o atleta outras pessoas que estavam no imóvel.
O jogador disse ainda que o morador teria feito xingamentos xenofóbicos contra eles (que são argentinos) e também provocado os atletas falando sobre o rebaixamento do Fortaleza para a Série B do Brasileirão de 2026.
‘Ferimento profundo’
Conforme o relatório médico ao qual o g1 teve acesso, o autor da denúncia foi vítima de agressão “com ferimento profundo e sangramento ativo por lesão por mordedura humana”.
Ele passou por procedimento cirúrgico e “apresenta riscos de infecção, necrose tecidual nasal e deformidade em face”.
A briga aconteceu em um condomínio de luxo no Eusébio, na Grande Fortaleza. — Foto: Reprodução
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